terça-feira, 17 de novembro de 2015

PONTE DE FERRO

EQUIPE:

  • Ariela
  • Jailana
  • Bruna Tatielly
  • Maria Aparecida
  • Angélica
9º ANO B

A ponte de ferro é um patrimônio histórico. Nas foto mostram a antiga ponte e a ruína de outra levada pelas enchentes do Rio Jiquiriçá. Ela é muito importante para os moradores da região, dessa forma, quando a enchente destruiu a ponte por onde passavam trens, outra foi erguida, mesmo não tendo, hoje, necessidade para a ferrovia. Essa nova ponde é realmente um patrimônio cultural pois sua história encanta e interessa a muita gente.

Entrevistamos o senhor Ovídio de 101 anos, nascido em 1914 e morador do povoado Ponte de Ferro, ele nos contou que a antiga ponte foi construída de cimento e com uma peça de madeira bem grossa que era sustentada por ferros e trilhos. Passavam na ponte trem, moto, bicicleta e pessoas. A ponte caiu em 7 de março de 1960, a mais ou menos 2 horas da tarde. Ela sempre ligou Laje a Mutuípe. A pista era feita de estrada de chão. O trem passava todos os dia e tinha hora marcada para passar. Depois que a ponte caiu, levou seis meses para construir uma nova. A nova ponte foi feita de concreto e fero.

A ponte de ferro é um patrimônio cultural porque a sua história é importante para todos os que habitam o povoado que recebeu o nome Ponte de Ferro por causa dela. Ela ajudou e até hoje ajuda as pessoas a atravessar para o outro lado do Rio Jequiriçá.

Na foto mostra as ruínas da antiga ponte levada pela enchente, conhecida pelos oradores de Laje como a Enchente de 60, pois deixou muita destruição como esta ponte.

Nesta foto aparece a ponte construída ao lado dos destroços da antiga, sendo visível os pontos que a ponte liga, o povoado à pista que dar acesso a Mutuípe.


A ponte é estreita, sendo impossível passa com automóveis. Assim, como não passa mais trem, é usada para pedestres ou então motos e bicicletas.



Nesta foto é possível visualizar o povoado Ponte de Ferro.



Ao comparar estas fotos podemos concluir que, de foto a nova ponte tem um enorme significado para as pessoas do povoada. Sem ela, o acesso à BR 420 seria mais longo.

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE LAJE

EQUIPE:

  • Antônio Renildo
  • João Marcelo
  • João Lucas
  • Matheus Pimentel
9º ANO B

Com 120,560 km a estação ferroviária, chamada de OTRAN POAD DE NAZARETH, foi aberta em 1875, ligando a estação de Nazaré a Onha. No ano de 1906 chegou a Jiquiriçá, daí o nome passou a ser Estação Ferroviária de Nazareth.

No ano de 1901, a estação ferroviária foi inaugurada em Laje, passando por várias cidades do Vale do Jiquiriçá, até avançar mais 225 km, chegando a Jaguaquara, e logo depois chegando a Jequié com 289 km, atingindo, assim a parte terminal em 1927.

Mas em 1971 a estação ferroviária em Laje foi fechada e ficou abandonada por um bom tempo. Depois ela foi reaberta, não mais como estação ferroviária, mas como supermercado da rede Cesta do Povo, que este ano (2015) também foi desativada.












segunda-feira, 16 de novembro de 2015

SALÃO PAROQUIAL PADRE ZEFERINO BERNARDI

EQUIPE:

  • Jeinny Eduarda
  • Samara Mota
  • Sanara Mota
  • Jobson Nilton
  • Vanessa
9º ANO A

O salão paroquial destina-se para uso em atividades internas-religiosas, como reuniões, eventos de pastorais, celebrações litúrgicas, dentre outros eventos da paróquia. O salão que nós vamos mostrar é o Salão Paroquial Padre Zeferino Bernardi, localizado na Rua 20 de Junho, na cidade de Laje- Ba e inaugurado em 7 de janeiro de 2001. Ele é usado pela paróquia para reuniões, comemorações e eventos dos grupos da igreja católica. Tiramos várias fotos para mostrar algumas coisas do salão.

Frente do salão paroquial

Escada que dar acesso a parte superior do salão.

Parte interna do salão.

Foto do salão em processo de construção.

Um quadro que fica pendurado no salão com foto do início ao final da sua construção.

Igreja Católica de Laje-Ba, da qual pertence o salão.

Placa exposta na frente do salão. Nela há informações importantes como o nome do salão, a data de construção e o porque do nome.

De acordo a placa, o nome do salão é Centro Paroquial Padre Zeferino Bernardi, homenagem a este padre saletino, que durante vários anos de sua vida dedicou seus serviços missionários na Diocese de Amargosa, da qual Laje pertence e contou com a sua presença marcante por alguns anos. Hoje este padre já se encontra falecido.

Entrevistamos Rita Maria de Sousa, secretária da igreja, perguntamos para ela qual a importância do salão e ela respondeu que "O salão paroquial é uma espécie de apoio para alguns eventos e reuniões dos conselhos e pastorais da comunidade, espaço muito importante para o desenvolvimento até de alguns projetos". 

Também entrevistamos o seminarista da paróquia, Antônio Carlos de Souza, conhecido como Xico, e perguntamos por que o salão paroquial é um patrimônio cultural que deve ser preservado, e ele respondeu "porque é um espaço que serve para encontros religiosos e direcionados à comunidade paroquial".

O salão paroquial de Laje é um patrimônio cultural, que conta a história religiosa e espiritual de uma religião seguida por muitos lajistas. Devido a sua importância para a paróquia, é de interesse a sua preservação para se manter as atividades ali realizadas e de grande relevância para a permanência da identidade religiosa do povo católico de Laje.

MURO DE PEDRA: DIVISA ENTRE OS MUNICÍPIOS DE LAJE E AMARGOSA

EQUIPE:

  • Ediel Barreto
  • Álisson Araújo
  • Ruan Alves
  • Vinícius Moreira
  • Cristiano Lopes
9º ANO A

O muro que fotografamos é uma forma de divisa entre o município de Laje e o município de Amargosa. Foi usado pela comunidade local para pesca, banho, lavar roupas, entre outras coisas. Ele está localizado próximo a fazenda de produção de cachaça do senhor Betinho. Ele foi construído de pedra e cimento há anos, e hoje está cheio de mato. Por causa da seca do rio, não é mais usado para as suas atividade pela população.

Segundo o senhor Antônio Renildo dos Santos, agricultor da região, o muro já foi muito usado para as pessoas da região tomar banho, lavar roupa e pescar, mas hoje está em péssimo estado, com muito mato e poucos peixes. Esta informação é confirmada pelo senhor Salvador Leal Barreto, que afirma que este muro era utilizado para os populares pescarem, tomar banho e lavar roupa.



Nesta imagem está o muro na direção da cerca.

Do muro para cima está o território de Amargosa.

Do muro para baixo está o nosso município - Laje.

Como pode ser visto nesta foto, o muro hoje está com mato nas laterais.

O rio está com menas água, que antes cobria estas pedras.

Antigamente, esta parte cheia de vegetações era de água. Nesta foto dar para visualizar o muro construído.


Graças ao muro, a parte de Amargosa ainda mantem o nível de água que permite usar para banho e pesca. Já a parte de Laje está mais seco.

Essa era a parte do território de Laje, em que, anteriormente, as mulheres lavavam roupa.


MATADOURO

EQUIPE:

  • Caroline Silva
  • Amanda Pereira
  • Naíres Barbosa
  • Marlon Santos
9º ano A

O matadouro aqui fotografado localiza-se no município de Laje -Ba, e foi construído pelo prefeito Ruy José de Almeida, em 1967. Ele era um lugar usado para o abate de gados. Ao lado do curral foi construído um local para que pudessem lavar e limpar as carnes dos animais. Nesta parte tinha geladeiras e feixes para que as carnes que ficassem lá fossem conservadas.

Antigamente a frequência maior no matadouro era aos finais de semana. Nas tardes de sexta-feira, os donos de açougue levavam seus gados e matavam nas madrugadas frias e escuras. Por que nas madrugadas? Porque os donos dos gados achavam que na madrugada os gados estavam descansados, ou seja, dormindo e seria melhor para matá-los. E também para que pudessem levar suas carnes para seus açougues, bem cedinho, fresquinhas.

Muitas vezes, quem matavam os gados eram os próprio donos. Eles não eram profissionais nesta áreas, mas a precisão fez com que exercesse esta função de matar o gado, para não ter de pagar caro e acabar tomando prejuízo com coisas que eles podiam fazer.

Mas o tempo foi passando e a vigilância sanitária resolveu que aquele lugar não era mais adequado para aquele tipo de atividade, e os açougueiros foram obrigados a enviar seu gado para Santo Antônio de Jesus, onde até hoje é usado para abater o gado e transportado e distribuído em Laje.

Hoje, o matadouro é um novo lugar. A parte onde era usado para limpar e guardar a carne foi transformada em salas, pois, atualmente, funciona o projeto Mais Educação da Escola Municipal Professor Padre Walter Jorge Pinto de Andrade, colégio que ensina alunos do 1º ao 3º ano do ensino Fundamental. Uma atividade importante, pois as crianças ficam neste espaço, em turno oposto ao que estuda, aperfeiçoando seus conhecimentos. 

O antigo matadouro, como é chamado pela comunidade, virou espaço para o Mai Educação. Um lugar de grande importância para a comunidade que em vez de abater gados, instrui crianças para que tenham um futuro mais digno. Este lugar faz parte do centro histórico de Laje e ainda é um lugar muito importante para a sociedade lajista.











ARTESANATO: CROCHÊ

EQUIPE:

  • Virlane
  • Virlene
8º ano C

O artesanato é uma técnica manual utilizada para produzir objetos feitos a partir de matéria-prima natural. Normalmente, os artesanatos são produzidos por famílias, dentro de suas próprias casas, ou em pequenas oficinas. Tal técnica é praticada desde o período antigo, denominado Neolítico, quando o homem polia pedras para fabricar armas e objetos de caça e pesca.

Crochê, da palavra francesa "croc", cujo significado é gancho, é uma técnica artesanal de produzir objetos para decoração, ou peças que são utilizadas no dia a dia, como toalha de mesa, tapetes, roupas, dentre outras. O limite para esta arte é a imaginação.

Escolhemos este tema porque nos chamou a atenção um trabalho muito simples, mas que produz coisas belíssimas. Fotografamos a senhora Agnélia, que faz crochê há 4 anos e, segundo ela, aprendeu com sua tia Ida. Usa agulha e linha apropriadas para crochê, ela faz geralmente em casa para se distrair e não para vender.










Nas fotos, os detalhes estão bem concretos e visíveis. Na primeira foto, eu (Virlane) estou ao lado da senhora Agnélia, que está fazendo uma toalha de mesa. Nas demais ela está segurando a agulha e a linha, mostrando como fazer o crochê, através de posição da agulha e de como segurar a linha.

A senhora Agnélia, que mora no Cariri, uma localidade rural de Laje-Ba, falou que o crochê identifica a cultura da nossa região, pois ele está presente há muito tempo. A senhora Maria, que também mora do Cariri, falou que sem o crochê a região seria um pouco esquecida, porque o crochê faz parte da cultura há muito tempo.

Dessa forma, o crochê existe na região do Cariri, é praticado por várias gerações e se mantem até os dias atuais, sendo portanto um patrimônio cultural preservado pela sua praticidade, beleza e simplicidade.