quarta-feira, 28 de outubro de 2015

ESCOLA ESTADUAL MARILDA SAMPAIO DE ALMEIDA

EQUIPE:
Kailane Soares
Evelin
Emilly
Patrícia
Maristela

A escola é instituição concebida para o ensino de alunos sob a direção de professores. Desde sempre o aprendizado faz parte de nossas vidas e é essencial para a boa formação do ser humano. É por esta razão que só se pode falar bem da escola, sendo que ela é uma das principais fontes da aquisição do conhecimento e cultura. Realmente sua função é relacionada como uma escola onde é passado valores e vários questionamentos que são importantes para uma pessoa bem adquirir. Portanto, a escola tem grande importância na sociedade, sem ela os cidadãos não teriam como se desenvolver em um convívio entre pessoas sem aprender a questão do respeito. A educação na escola tem função social e o objetivo é transmitir de maneira objetiva a cultura e a interação em diversificados aspectos.



A Escola Estadual Marilda Sampaio de Almeida (EEMSA) foi fundada no ano de 1994 e é localizada da Praça Antônio Carlos Magalhães. No ano de 1995 começaram as matrículas e totalizaram 214 alunos matriculados.

A escola foi feita de areia, cimento, madeira, bloco, brita, vidro, telha e tinta. Nela são realizadas atividades escolares nos turno matutino, vespertino e noturno com 7 salas de aula, 15 turmas e alguns agentes administrativos. Além disso, a escola tem sala de professores onde eles passam algum tempo preparando atividade e organizando algumas coisas; a diretoria, onde fica a direção da escola e os agentes administrativos, bem como os troféus conquistados pelos alunos em jogos escolares e fotos antigas que ajudam a contar a história desta escola no decorrer dos anos. Eis algumas dessas fotos:









Agora vamos ver algumas fotos tiradas pela equipe que mostra alguns espaços da escola na atualidade como corredor, entrada da escola, cantina, área de recreação, dentre outros.








O EEMSA é um patrimônio cultural porque tem um conjunto de bens materiais e imateriais, que contam história de um povo através de seus costumes e tradições presentes neste espaço educacional na convivência de pessoas com diferentes origens familiares , mas que juntas buscam o mesmo objetivo: construção do conhecimento.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

ACARAJÉ DE GILDA

EQUIPE:
Jacileli Silva
Sandielle Santos
Kailany Bonifácio
Gabriela Lima
Gizelle Café

7º ano A

O acarajé é uma especialidade da gastronômica da culinária afro-brasileira feita de massa de feijão, cebola e sal, frito no azeite de dendê. É um bolinho característico do candomblé, e se tornou assim, uma oferenda aos orixás. Ele ainda é considerado pelas baianas como uma comida sagrada. Também é um prato típico da culinária baiana, um dos principais produtos vendidos no tabuleiro da baiana. A forma de preparo do acarajé da baiana é praticamente a mesma em relação ao acarajé dos orixás. A diferença está do modo de servir.

O ACARAJÉ DA BAHIA - PATRIMÔNIO CULTURAL
É considerado patrimônio cultural porque forma um conjunto de bens que contam a história das comidas típicas da culinária baiana, possibilitando conhecer e compreender a história local e sua importância. A principal característica de seu patrimônio é que a sua conservação é de interesse público e está vinculado a fotos memorável da história local.

Resolvemos falar sobre o acarajé poque, além de ser uma comida típica da nossa culinária, é muito gostoso e muito procurado por todos que vem à Bahia. E não é diferente em nossa cidade, onde encontramos diversos pontos de venda dessa iguaria.

Para falar um pouco sobre o acarajé em Laje, pegamos como exemplo o da nossa amiga Gilda, que vende esta iguaria no ponto do acarajé situado no local conhecido como "Pirulito" ou "Ponto das Topics", de segunda a sábado no período da tarde. Segundo Gilda, ela chega a produzir cerca de 80 acarajés por dia e já vem nesta profissão há 23 anos, quando ajudava sua tia, e com isso aprendeu a produzir e com o tempo tomou cursos para se aperfeiçoar.

MODO DE PREPARO:
1. Bata o feijão no processador por alguns segundos, o suficiente para quebrar os grãos.
2. Coloque no recipiente e cubra com água, deixando de molho de 12 a 15 horas.
3. Passando o tempo, retire as cascas que se desprendem dos feijões e lave em água corrente, extraindo o restante das cascas e o olho preto dos feijões.
4. Reserve.
5. Descasque as cebolas e corte em pedaços, depois reserve também.
6. Coloque o feijão e a cebola no processador e bata por cerca de 3 minutos até obter uma massa lisa e uniforme.
7. Retire e coloque numa panela funda.
8. Bata bastante a massa com uma colher de pau, para fermentar e dobrar o volume.
9. Coloque óleo e o azeite de dendê em uma frigideira média, coloque também uma cebola com casca e leve ao fogo alto para esquentar.
10. Modele os acarajés com 2 colheres, passando de uma colher para a outra até formar o bolinho.
11. Frite por cerca de 3 minutos, de cada lado, até que os bolinhos fiquem dourados, com a cor do dendê.
12. Sirva com pimenta, vatapá, caruru, camarão seco e salada de tomate verde, cebola e coentro.

Gilda preparando o acarajé.


Fritando o acarajé.



Como é servido o acarajé.

ENTREVISTAS:

  • Cláudia Bonifácio dos Santos 39 anos. moradora do Loteamento Santana, considera importante a produção do acarajé porque ajuda na economia do município.
  • Antônia dos Santos, 65 anos, moradora da Rua Sete de Setembro, considera importante essa iguaria porque é uma merenda barata e bastante gostosa e ajuda as famílias de quem vende.
  • Cláudio José Silva dos Santos, 38 anos, morador da Rua Novo Horizonte, considera importante para manter a história da nossa culinária e a geração de emprego para a comunidade.
  • Cristiano Cardoso, 35 anos, morador da Rua da Jaqueira, Mutuípe, considera importante devido a geração de renda que propõe para o município.




ESCOLA MUNICIPAL PROFESSOR PADRE WALTER JORGE PINTO DE ANDRADE

EQUIPE:
Karen Roberta
Thaiane Leal
Maria Eduarda
Samir Bulhões
João Daniel

7º ano A




ONDE FICA?
Rua do Areamen, Laje-Ba.

FEITA DE QUE?
Bloco, cimento, areia, piso, madeira, telha, etc.

ANO DE CONSTRUÇÃO:
1973

NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS:
26 pessoas.

INFORMAÇÕES BÁSICAS:
A Escola Municipal Professor Padre Walter Jorge Pinto de Andrade ( PEWAL), possui 2 banheiros, 2 bebedouros, incluindo um filtro, 8 salas de aula, uma diretoria e áreas para recreação. Funciona em dois turnos, matutino e vespertino, com turmas de 1º ao 3º ano do ensino fundamental, além de uma sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE) e 3 salas do projeto Mais Educação que funciona em outro espaço (antigo matadouro municipal).

OBJETIVO DA ESCOLA:
Prestar serviço de qualidade, visando os valores, conceitos e visão de mundo, mostrando seu potencial e ser reconhecida como uma instituição de qualidade.




SALA DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE): É utilizada por crianças e adolescentes especiais. Tem o sistema braile, alfabeto em libra. Professora coordenadora, Maria da Conceição.



AS PLACAS: Servem para mostrar as informações necessárias sobre a escola como nome e ano de formação.





ATIVIDADES: Feitas pelos alunos do 3º ano sobre os pontos históricos de Laje como Estação Ferroviária, onde hoje funciona a Cesta do Povo, Biblioteca, entre outros.


CANTINA: Onde é preparada a merenda escolar. Nela trabalha duas funcionárias, Keu e Maria da Paz (Paezinha) que inclusive é cozinheira da escola há 17 anos.

PAU-BRASIL: Árvore plantada por alguns integrantes do grupo quando estudava da escola PEWAL. Inclusive, também é um patrimônio cultural por fazer parte da história do Brasil.



TROFÉUS: Foram 24 troféus conquistados em jogos escolares demonstrando a valorização dos esportes pela equipe da escola, através do bom desempenhos dos alunos.




 SALAS DO MAIS EDUCAÇÃO: Antigo matadouro municipal que foi reformado para funcionar a Mais Educação, já que fica próximo da escola. O projeto Mais Educação foi desenvolvido com o objetivo de resgatar valores, bem como importante para reforço em matérias que os alunos apresentar dificuldades.

BANHEIROS: São dois, um feminino e outro masculino.




SALAS DE AULA: São oito salas de aulas que funcionam com turmas do 1º ao 3º anos do ensino fundamental nos turnos matutino e vespertino. Todas ornamentadas para deixar o espaço escolar bem divertido.

ENTREVISTAS:
NOME: Amanda Oliveira, 32 anos.
ENDEREÇO: Loteamento Expansão
OPINIÃO: Hoje o PEWAL contribui para o ciclo da educação de 1º ao 3º ano.

NOME: Geórgia Ramos (ex-aluno da escola), 28 anos.
ENDEREÇO: Rua do Areamém.
OPINIÃO: No meu tempo não havia livros, as cadeiras eram de madeiras, o lanche era pego por todo mundo. Os professores eram mais duros.

NOME: Kátia Oliveira, 40 anos.
ENDEREÇO: Lot. Santo Antônio.
OPINIÃO: O PEWAL foi e continua sendo uma escola muito importante. Tenho um casal de filhos que estudam lá e o mais velho já estudou e hoje não estuda mais. Os funcionários são muito competentes.

NOME: Nikássia Brito, 31 anos.
ENDEREÇO: Lot. Santo Antônio.
OPINIÃO: O PEWAL é a melhor escola de Laje.

NOME: Maria da Paz (Paezinha da Cantina).
ENDEREÇO: Rua do Cemitério.
OPINIÃO: Eu trabalho aqui como cozinheira há 17 anos. Essa escola foi fundamental para a minha formação como pessoa e profissional. Agradeço a Deus por trabalhar aqui, não tenho o que reclamar da direção, só a agradecer por ter pessoas de bom caráter em minha vida.

A escola PEWAL é um patrimônio cultural porque é importante para as pessoas em seu meio, como professores, alunos e pais, e que serve para ajudar e influenciar de maneira positiva na formação de crianças e adolescentes, e consequentemente de forma semelhante a suas famílias. É importante também para marcar a passagem do Padre Walter que muito incentivou a construção desta escola na comunidade.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

BARRAGEM

EQUIPE:
Ana Clara Alves
Maria Isabel Souza
Luísa Santana
Renata Alves

6º ano A

As barragens têm um papel fundamental nas ações de amenização dos efeitos da seca e melhoria da qualidade de vida do homem, pois são responsáveis pelo armazenamento da água com a finalidade de abastecimento humano e de muitos animais no grande período da seca. Proporcionam também a irrigação das terras e piscicultura que possibilitam o aumento da renda da população local.

A barragem que nós tiramos as fotos fica na zona rural de Laje, na localidade da Terra Seca. As fotos foram tiradas por Renata Alves em 14 de julho de 2015. O nosso objetivo foi fotografar para que todos possam gostar e perceber sua beleza, além de mostrar que ela é um patrimônio cultural.

Ela foi construída em 2003. As pessoas contam que ela foi construída por causa da seca do local, pois as pessoas ficavam sem lavar roupa e tomar banho por falta de água. esse fato aconteceu em 1984.

Agora nós vamos descrever um pouquinho através das fotos tiradas da barragem:











Nós entrevistamos muitas pessoas e elas falaram que a barragem hoje serve para muitas coisas: lavar roupas, tomar banho, lavar pratos e alimentação.

A barragem foi feita como um açude ou represa, é uma barreira artificial, onde foi cavado um buraco enorme para a retenção de grande quantidade de água. As pessoas também nos falaram que a barragem para ser construída levou cerca de três meses. A sua utilização é, sobretudo, para abastecer de água as zonas residenciais e agrícolas, portanto, é de grande importância para a região.

Entrevistamos a senhora Larissa Souza Santos de 71 anos, que mora na cidade de Santo Antônio, mas que antes era moradora da localidade de Terra Seca. Ela nos contou que há muito tempo atrás, as pessoas fizeram uma barragem por causa da pouca quantidade de água na região. Segundo ela, as pessoas aproveitavam quando chovia na região. Foi feita uma barragem em 1988, que enchia com água da chuva. Ela afirmou também que não conhece a nova barragem da região, pois ela foi embora para Santo Antônio de Jesus em 2001 e a barragem nova (mostrada nas fotos) foi construída em 2003.